Criação do conselho de informática


Depois de um longo tempo pensando o porque de apenas a informática não possuia um conselho? Quando queremos algo, quem corre atrás dos nosso interesses? Sindicatos? Putz.. mais atrapalham que ajudam. Trabalho a muito tempo com informática, e até hoje não vi nada que algum sindicado fez para poder ajudar a classe. Não importa. Esse não é o objetivo do post.

Navegando na internet encontrei a seguinte notícia: "Projeto que regulamenta as profissões de analista de sistemas e técnico de informática tem parecer aprovado na CCT". No primeiro momento assustei um pouco porque nunca havia visto nada a respeito. Mas me lembrei de uma conversa com um professor que me disse que já havia algo em movimentação na câmara. A princípio fiquei maravilhado com a notícia do meu professor. Mas logo me desanimou. Poxa, tudo no Brasil anda como uma tartaruga. E assim foi. Já tinha até me esquecido disso, até que encontrei a notícia acima.

Mas e ai? O que isso vai ajudar? Vantagens? Desvantagens?

A princípio apenas via vantagem sobre a criação de um conselho, como apenas trabalhar quem realmente estudou para isso, e ainda ter uma entidade que tem o apoio de todos os profissionais da área (pelo menos deveria =p) e com isso defender o interesse geral. Ainda teria um maior controle das pessoas no mercado, diminuia gradativamente as pessoas sem capacitação para o trabalho (obs: Existem muitas pessoas que não são da área e são excelentes "computeiros").

Ao mesmo tempo me lembro que já trabalhei antes de entrar na faculdade, fazendo serviços freelancer. Quer dizer que se nessa época já tivesse o conselho, eu não poderia trabalhar? Ou pessoas que são formadas em outros cursos e que acabam pulando de para-quedas na informática também não poderá trabalhar?

Acredito que o resultado final será satisfatório, até porque valirizará os meus 4 anos de faculdade né? Ou seja não farei apenas por ter diploma, formarei para poder exercer a minha profissão, e farei com que ele vália de alguma coisa. Atualmente penso que ter e não ter diploma é a mesma coisa. Nenhuma empresa nem sequer perguntou se eu tinha.

 

Confira aqui a notícia completa : http://www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=72306&codAplicativo=2

 

Até a próxima.

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Tem que regulamentar essa birosca mesmo…

Poxa… ate que enfim… pensei que isso ja estava virando lendaaa..

Acho otimo regulamentar a nossa profissao uma vez que assim teremos alguem que possa nos representar e defender os nossos direitos porque ate hoje nao vi sindicato algum fazer algo por mim…

Tenho dito

arantes

A tempo precisamos de um orgão que nos auxilie em direitos, deveres e ética.

A criação do conselho seria uma grande valorização na profissão e consequentemente elevaria o nível dos profissionais.Com a criação do conselho quem trabalha na área e não é qualificado, concerteza vai procurar obter sua qualifição.

Carlos, a quanto tempo viu!! Ficava até angustiado com o fato do governo não dar muita importância para a profissão. Mas até que enfim fizeram algo né?

Aleluia!!!

Com essa regulamentação espero que haja uma valorização significativa e, consequentemente, a desprostituição da profissão. É complicado ser um profissional capacitado e ter que se sujeitar a situações às quais atualmente estamos expostos, como disputar mercado com quem compra uma revista na banca da esquina e se diz profissional.

Lendo o post do senado, ainda assim fiquei meio p#$%*!. Lá diz que será criado o conselho regional e não o federal, porque a presidência da república iria vetar o projeto falando “haaaa esse povo da ciência da computação pode entrar no coselho da ciências contábeis, tudo igual mesmo!”, ou seja, nos juntar a um conselho já existente ao qual a profissão tenha vínculo(Ciência é tudo igual). Absurdos a parte o que está sendo feito com certeza é muito bom mas fala pro zé povim do senado que com a informática o Brasil já é como é, imagine sem.

Srs., sou computeiro há cerca de 25 anos. Agora, dentro de 3 meses, colerei grau em Engenharia. Logo, posso dizer que conheço (ou conhecerei) os dois lados da moeda, pois o CREA é extremamente atuante (eu diria até “voraz”). Perguntem aos engenheiros o que eles acham do CREA. Certamente não haverá unanimidade.
IMHO, um conselho evita a presença de picaretas, mas não os extingue. Existem profissionais picaretas na Engenharia? Sim. No interior, é muito comum as obras serem todas “calculadas” por um pedreiro. Eventualmente, um engenheiro empresta o nome para aparecer na placa que o CREA exige para qualquer obra. Ou seja, mesmo com o conselho, existem picaretas. Existem advogados picaretas? Leiam a página policial ou perguntem ao Fernandinho Beira-Mar antes de responder.
Entretanto, em Computação a coisa é muito pior. Sem jogação de confetes, o Pedro, owner deste blog, é um estudante de meio de curso, mas dá show em 90% dos profissionais de computação que conheço. Com um conselho, o Pedro seria alijado do mercado até sua formatura, enquanto um bando de condangos nó-cegos continuam tendo o aval oficial para continuar instalando seus sisteminhas fajutos???
Essa discussão é muito mais profunda que o que estamos tentando fazendo aqui. Tentem imaginar como seria a regra de transição… quantos manés existem por aí que iriam pleitear uma carteirinha de computeiro porque já são “consultores” (blargh) de informática? Poderíamos simplesmente tirar este pessoal do mercado? E os caras bons no meio desses? Um dos meus gurus de informática nem tem formação superior. Como enquadrar? Fazer um Exame de Ordem, como faz a OAB, para verificar competências? Complicadíssimo, e eventualmente injusto (por exemplo, se eu fizer uma prova de OO provavelmente terei desempenho sofrível).
Prá terminar… às vezes, eu acho que o melhor seria não ter conselho mesmo. Muitas vezes, tenho projetos não aprovados porque o imbecil do contratante resolve fazer com um “consultor” da SoyFueda.com. Azar o dele. Fico vendo o tempo passar apenas para ver o projeto dar com os burros n’água, somente porque a soyFueda não é assim tão fueda. Existe uma seleção natural que vai retirando estes picaretas do mercado. Em algumas situações, é muito cruel. O mercado de MG é particularmente revoltante neste sentido. O empresário mineiro (e todos nós como consumidores mineiros) na imensa maioria das vezes vamos pelo caminho do mais barato, do jeitinho, do “nigucin”… e tome SoyFueda.com!
Resumindo: com conselho ou não, para aqueles que se sentirem desvalorizados pelo mercado, não esperem o Senado decidir alguma coisa. Desde que sejam competentes, peguem a viola e vão tocar em algum lugar em que realmente os valorize. Pode ser outra empresa, outro estado (experimentem Sampa!) ou outro país. Sempre haverá lugar nas cadeiras numeradas para os bons de serviço!

Bom. Agora estou com uma interrogação bem no meio da cabeça!!! ahahha

é uma situação complicada, mas a minha esperança com a regulamentação da área é:

1 - reduzir a exploração dos profissionais de TI, que são esfolados vivos, dão seu sangue, sacrificam horas de sono, para entregar projeto no prazo, ou simplesmente manter-se atualizado… e deprimentemente são no popular como a expressão : “fudidos e mal pagos”, é o faz me rir que é bom sempre querem pagar o mínimo possível… lembrando que qualidade é proporcional ao preço cobrado, sem dizer do tempo que sempre tentam impor… resultado final, um desastre…

2 - Sim para atuar na área é necessário formação para tal, pois não será pegando um livro que mesmo um autodidata terá a base mínima para atuar na área, vai conseguir desenvolver aplicações, sim, mas e a qualidade, manutenção de código, documentação… ou se precisar fazer uma alteração vai ser aquele Deus nos acuda… resumindo um curso superior, tanto técnico, quanto de graduação vai dinheiro investido ou mesmo um curso de especialização simples e bobo varia o preço de mil a 3 mil reais… agora um profissional que investiu em qualificação profissional vai cobrar de acordo com o que o mesmo investiu… enquanto os zé’s da vida, qualquer quinhentão sai fazendo as aplicações, resultado, um mercado viciado e mal acostumado, pois você chega e vai cobrar o preço real do desenvolvimento e se depara com a mesma expressão: “Mas o zé não sei das quantas faz por quinhentão…” e é exatamente com isso que eu quero e tenho esperança que se acabe…

Então quem sabe, um dia deixaremos de comparar nossa profissão com as das tias que fazem favores em troca, de alguns trocados…

Pessoal, que fique claro que eu não sou contra o conselho. Na verdade, não consigo ter opinião formada ENQUANTO eu não souber as regras do mesmo e PRINCIPALMENTE as regras de transição. Conhecendo este país, vão enquadrar todo mundo no mesmo barco. Aqueles que já são “ConsPoNe” (consultores de p(*) nenhuma) vão ficar no mesmo nível dos competentes. A questão que fica é: isso é justo? Não, mas não vai ter outro jeito. Ou vão fazer um imenso exame de ordem para separar o joio do trigo? Com o nivelamento por baixo, a mesma p(*) vai continuar, e o pior é que será com o aval do tal conselho! Ou seja, as tias terão a mesma carteirinha que a nossa! A prostituição será oficializada. Durma-se com um barulho desse…

Nós temos é que cobrar dos deputados e senadores esta aprovação, caso contrario vamos trabalhar pelos R$ 20,00 ou menos, enquanto as empresas recebem os R$ 80,00 a R$ 120,00 por hora, em média.

Certo, eu concordo que regulamentar tem suas vantagens, valida a faculdade de quem como nós sofre 4 a 5 anos e tal.., mas esse projeto regulamente (acho) somente a profissão de Analista de Sistemas, o que não corresponde a realidade do mercado… Sugiro a leitura do artigo do “Shoes” em http://blog.fragmental.com.br/2008/03/21/ainda-bem-que-estou-aqui/

lá ele faz uma comparação dessa legislação em outros países.

Legal é que teremos que pagar uma taxinha “módica” para ser um profissional certificado, todos os anos, como em qualquer profissão regulamentada…

Existe algum curso deste framework?

Lembrando que, em outros conselhos já existentes, como o de jornalismo, os profissionais que já exercem a profissão, sem a devida qualificação, não são proibídos de cotinuar. Durante essa transição, se vc comprovar X anos de experiência (costuma ser 2 a 4 anos), vc obtem o mesmo título dos “futuros” graduados. A coisa não andou ainda prq existe muita oferta de emprego no mercado… Vc perde vaga para um analista formado em contabilidade mas consegue vaga em outro lugar. O dia que você ficar DESEMPREGADO por que alguem desqualificado pegar seu lugar, aí esse conselho vai brotar naturalmente.
Até+

Isso é realmente muito bom.
Se já existisse Conselho antes, e se inclusive, pela sua óbvia necessidade fosse algo internacionalmente necessário, estaríamos livres de ‘manés’ que ficam dando voltas na área de informática sem nunca fazerem nada de útil e sem título superior na área.
Alguns exemplos de gente ‘do aml’ que nem tinha ‘diproma’ quando começou e já queria opinar:
1- Bill Gates (abandonou nHarvard para fundar uma micro empresa de software)
2- Linus Tovalds
3- Steve Jobs
3- Steve Wosnyak
4- Eric S. Raymond (esse ai então terminou oe studo básico só para não encherem o saco)
e outros como:
“”
* Brian Kernighan - Um dos criadores da linguagem C, da linguagem AWK, e de vários utilitários do Unix original. Formado em Engenharia Física. Doutorado em Engenharia Elétrica.
* Dennis Ritchie - Um dos criadores da linguagem C e do Unix, e grande contribuidor do Plan9. Formado em Física e em Matemática Aplicada.
* Donald Knuth - Pai da análise de algoritmos. Criador do TeX, grande escritor e professor de Ciência da Computação. Formado em Bacharelado em Ciências. Doutorado em Matemática.
* Andrew S. Tanenbaum - Criador do MINIX, grande escritor e professor de Ciência da Computação. Formado em Física. Doutorado em Física.
* John von Neumann - Pioneiro da computação. Formado em Engenharia Química. Doutorado em Matemática, Física Experimental e Química.
* John Backus - Criador da linguagem FORTRAN, e um dos desenvolvedores do padrão da linguagem ALGOL. Curso superior incompleto em Química. Teve treinamento em Medicina pelo exército. Mestrado em Matemática.”

esses acima da lista encontrada em:
http://techfree.wordpress.com/2008/05/25/conselho-de-informatica-veja-por-que-eu-digo-nao/

Om mundo da informática não seria melhor sem esses manés? Se fosse composto somente por eduxados arautos do conhecimento como os aqui presentes nesse forum?
Gente de má fé pensaria que isso ai de conselho é para gerar reserva de mercado para incompetentes que tiveram que ir estudar algo que se aprende até sozinho, e que vai resultar em tirar praticamente todos os melhores da área, mantendo os medíocres e forçando que sabe e nem tá ai para essa coisa toda à horrível opção de ir para o exterior… coitadinhos…

Mas como dizíamos, o Brasil não é um país sério, e tem mais é que criar outro sindicato para o pobrezinho do Zé Dirceu… e é claro, sempre, sempre, sempre, NIVRLAR POR BAIXO.

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Olá
Nós estamos com a ordem nacional dos profissionais e técnicos industriais em eletroeletrônicos do brasil onptiee,cnpj 00379398000119,temos como objetivo de ser-mos verdadeiramente a ordem dos profissionais em eletroeletrônicos, aja que temos nossa profissão regulamentada pelo decreto Federal 90.922/85 de 06 de fevereiro de 1985,Lei federal 5.524/68 de 05 de novembro de 1968,pra cumprir o estatuto
junto com a referida Lei e necessário uma lei que reconheça e de competência
para a execução do regulamento do decreto citado a cima,citando o nome da ordem assim passará ser conselho da ordem,para isso é necessário a união da categoria no sentido de formar o maior número possível de associados para que possamos ser uma entidade reconhecida por lei de utilidade pública para fins de coordenar fiscalizar e unificar,como conselho a engenharia trava em todo sentido ,,já tentamos sem sucesso, porque? temos a profissão de técnicos industriais regulamentada,só falta a lei de reconhecimento do nosso estatuto dando nós a competência de cumprir a lei 5.524/68 junto com seus estatutos legalmente constituídos,,quando então transformamos e passamos a ser conselho federal da ordem dos profissionais e técnicos industriais em eletroeletrônicos do brasil-onptiee,,para isso precisamos de maiores números de associados para que posamos solicitar o regulamento dos estatutos,acrescido a fiscalização do exercício profissional.

temos como objetivo de ser-mos uma entidade que distribui renda entre os associados,hoje temos 69.000mil associados,com 5.901 ativos que paga mensalmente em dia ,nossos profissionais ativos recebe seguro de vida em grupo,assistência jurídica ,cartão bônus descontos,certificado de profissional técnico autorizado,carteira de técnico autorizado,e mais 20% por cento em dinheiro sobre o total de seus indicado ativos dos quais enquanto eles estiverem ativos a ordem paga todo mês referente os ativos indicado pelo técnico ,ou operador de informática.

estamos sempre para tirar qualquer duvida em relação a conselho
salientando dizer que o conselho de engenharia não possui autorização em lei pra fiscalizar os técnicos industriais,,eles criaram várias resoluçôes,pelo plenário da câmara de engenharia a fim de cobrar e somar valores em seus cofres,, a legislação deles é respectivamente para engenheiros arquiteto e agrônomo,em seus artigos da lei 5.194/66 de 24 de fevereiro de 1966 nunca fez constar técnicos em eletrônica informática,telecomunicação,as prestação de conta ao tribunal de conta da união nunca é mensionado valores advindo de técnico em informática e ou eletrônica,ou telecomunicação,porque não corresponde a sua razão social respectiva,porque esses associados são livre pra optarem.

os interessados a si cadastrarem pode si cadastrar em nosso site:www.onptiee.com.br,,e nos enviar cópia rg,cpf,conta luz e uma foto 3×4

com isso você esta colaborando pra mais rápido esta regulamentado para execução do decreto 90.922/85 dentro do seus limite .

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junto com a referida Lei e necessário uma lei que reconheça e de competência
para a execução do regulamento do decreto citado a cima,citando o nome da ordem assim passará ser conselho da ordem,para isso é necessário a união da categoria no sentido de formar o maior número possível de associados para que possamos ser uma entidade reconhecida por lei de utilidade pública para fins de coordenar fiscalizar e unificar,como conselho a engenharia trava em todo sentido ,,já tentamos sem sucesso, porque? temos a profissão de técnicos industriais regulamentada,só falta a lei de reconhecimento do nosso estatuto dando nós a competência de cumprir a lei 5.524/68 junto com seus estatutos legalmente constituídos,,quando então transformamos e passamos a ser conselho federal da ordem dos profissionais e técnicos industriais em eletroeletrônicos do brasil-onptiee,,para isso precisamos de maiores números de associados para que posamos solicitar o regulamento dos estatutos,acrescido a fiscalização do exercício profissional.

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